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Rede de Dormir – Tutorial Como Construir um Redário

Pela nossa experiência de quase 15 anos fabricando e testando redes sabemos muito bem como é uma delícia quando se encontra um redário para poder relaxar ou simplesmente ler um livro.
Para a maioria dos hospedes os redários são oásis de relaxamento e cantinho do sossego, além do que ele vai levar para casa aquela lembrança do seu estabelecimento como de um lugar de aconchego e de muitas horas de descanso.

De alguns anos para cá temos notado que muitos estabelecimentos hoteleiros estão entrando com contato conosco para saber como que faz para construir um redário. Visando atender essa demanda estamos disponibilizando um tutorial com vários exemplos de alguns de nossos clientes que gentilmente disponibilizaram fotos ilustrativas para poder dar asas a sua criatividade.
Basicamente existem 3 formatos básicos: Linear, Circular e Aleatório. Vamos falar um pouco sobre cada um destes formatos.

Redário linear
O formato linear é comumente encontrado em grandes varadas ou em gramados com a possibilidade de usar um pergolado para cobrir o redário. Sempre em forma de linhas retas ou curvadas. Ex.: varandas, linha de árvores, etc.

Formato Redário Linear – Clique para ampliar

Formato circular
Esse formato é de fácil construção se aproveitar as estruturas circulares já prontas no seu estabelecimento, Também é possível usar uma árvore frondosa com ponto de fixação central, de onde as redes de dormir saem do centro em direção aos postes nas extremidades.

Redário Formato Circular – Clique para ampliar

Formato aleatório
No aleatório nunca se tem uma ordem definida, pois o conjunto de redes é fixado onde houver estruturas, sejam elas árvores ou postes. No final deste artigo temos alguns exemplos em fotos.

Fundação dos postes 
A estrutura onde será fixado a rede pode ser de eucaliptos de reflorestamento ou dormentes de trilhos de trem. Eles deve ter as medidas mínimas aproximadas de 2,50m de altura por 25cm de diâmetro. Para fixá-lo no chão, faça um buraco de 60cm de profundidade por 35cm de diâmetro aproximadamente. Fixe o poste no centro e encha com pedras. Soque-as bastante e complete com pedriscos e terra até certificar-se de que o poste esteja bem preso. A medida abaixo de 1.70m é a altura onde será fixado o gancho.

Fixação Pilar Redário – Clique para ampliar


Distância entre os postes
É muito importante prestar atenção nestas medidas: 1,70m de altura para fixação do gancho e de 2,90m a 3,30m de comprimento entre os ganchos conforme a figura abaixo. Este projeto leva em consideração a medida das Rede Decor Kalma que tem 4,10m de comprimento. Evite dar o nó cego que é comumente usado para encurtar as redes, pois ele vai diminuir o tempo de vida útil da mesma. Se deixou uma distância menor do que a recomendada, aconselhamos usar um encurtador como esse que se encontra em nossa loja: kalma.com.br/loja
Depois de fixar os postes e antes de parafusar os ganchos, com a ajuda de uma pessoa, segure a rede na altura desejada e marque o local onde será parafusado o gancho. Caso for usar uma árvore como suporte aconselhamos não usar ganchos e nem cordas pois podem danificar as árvores. Indicamos o uso de Fitas para prender redes como estas: Fita-Fix

DistanciaRedeKalma

Distância Redário – Clique para ampliar

 

Abaixo segue alguns exemplos de redários de clientes da Kalma. Passe o mouse sobre a foto para obter os respectivos créditos:

 

Frangipani RedarioKalmaAlta DnaCarolinaBarradoBie redario--v8424988-1280
P1060781 ValedaMantiqueira

 

Tipo de redes para redários
Normalmente os redários ficam em contato com as intempéries e por isso não aconselhamo o uso de redes de algodão nem outros tipos de fibras que podem reter a umidade pois elas irão apodrecer em pouco tempo. As fotos acima são de redários construídos com rede de poliamida com propriedade de transpiração para não reter a umidade.

Caso tenham alguma dúvida sobre a construção de redários entre em contato com a gente, teremos o prazer em auxiliar seja na escolha das redes ou seja em qualquer dúvida sobre o tutorial acima e se você é proprietário de um estabelecimento hoteleiro entre em contato conosco pois temos condições especiais para o fornecimento deste tipo de redes.

Nossos contatos:
www,kalma.com.br
sac@kalma.com.br
11 3722-3905

Tendência: Blogs de Turismo e Viagens

Como já devem ter percebido tenho focado meus posts na área da comunicação e da divulgação e isso ocorre porque estou estudando muito o assunto desde o ano passado.
Tenho sonhos e metas na área online e isso me fez ver um pouco mais sobre o iceberg chamado internet e marketing digital!

Recebi do amigo Palmieri, empresário e proprietário da Kalma, o link para uma publicação do Sebrae – Centro de Inteligência Setorial na área de turismo e fiquei impressionada com o impacto dos blogs na tomada de decisão dos brasileiros que estão conectados. Na verdade, a informação reconfirmou o que tenho dito a anos em cursos e palestras para agências de turismo: a morte e o renascimento delas estão muito próximos! Não há mais espaço para amadores ou simples emissores de vouchers e pacotes! É preciso correr e especializar-se em um determinado nicho de mercado (#persona, #nichodemercado, #posicionamento), para que consigam de fato solucionar problemas e oferecer um diferencial que justifique ao cliente, porque procurar a agência A ou B, hotel Y ou Z!

Os Blogueiros estão oferecendo dicas de viagens e recomendações sobre destinos, gastronomia, passeios, compras, horários de voo (inclusive preços e o link direto para compra), entre outras dezenas de informações e imagens, totalmente de grátis! Sim, sem custo. É só conectar e se deliciar com as impressões pessoais que eles dão de tudo o que já experimentaram, o que vai desde transporte nas dunas maranhenses, até passeios de barco em Bali! Muito melhor do que ser atendido por uma agente de viagens que nunca visitou nem mesmo os passeios turísticos que sua própria cidade oferece e ela vende!

Foto: fancycrave1

A  Associação Brasileira dos Blogs de Viagem (ABBV) afirma que em relação a escolha do destino e ao planejamento da viagem, normalmente os viajantes costumam:

  • 70% pesquisar em blogs de viagens;
  • 46% pedir indicação de amigos e familiares;
  • 37% buscar em revistas de turismo e até mesmo jornais;
  • 28% acessar os sites de busca diretamente;
  • 17% ver reportagens em sites de notícias;
  • 13% outras formas; e
  • 12% escolher a partir de pacotes de agências de viagem.

Naturalmente essa fonte pode ser questionada pela ABAV (Associação Brasileira de Agências de Viagens) mas quero chamar sua atenção para o fato de que mesmo que este índice não seja tão representativo (70%!!) e esteja na ordem de 35 a 40% isso já merece muita atenção dos empresários do segmento de hotelaria e de agências de turismo!

Isso porque está nascendo um novo líder entre os canais de divulgação e informação para quem deseja viajar e, o que é “pior”, com uma crença de que possui muito mais credibilidade e autoridade sobre o assunto, do que os profissionais que estão no mercado de agenciamento. Logo, é fundamental repensar em como as agências de turismo devem posicionar-se, e especializar-se daqui para frente.

POR QUE OS BLOGS SÃO TÃO CONSIDERADOS?
Porque são pessoas comuns dando seus depoimentos sobre um determinado destino após sua visita, visita esta que geralmente ocorreu sem patrocínio ou vínculo de divulgação. As pessoas simplesmente gostam de compartilhar suas experiências de consumo em uma praia isolada da Bahia ou em um pequeno bar na França. E aos poucos esses blogueiros tornam-se referência e autoridade para falar sobre o assunto!

Claro que hoje muitas empresas e destinos turísticos já se aproximam destes blogs convidando-os a conhecer seus serviços gratuitamente, em troca de posts e geração de tráfego virtual. Mas mesmo assim, recebendo e aceitando convites como estes, estas pessoas ainda são muito ouvidas e preferidas, quando a ideia é conhecer mais sobre determinado hotel ou cidade. Até porque blogueiros inteligentes mantém a fidelidade de seu público através das suas percepções verdadeiras sobre a qualidade do que vieram e experimentaram.

Foto: sasint

Foto: sasint

TIPOS DE PARCERIAS COM BLOGS
1. PUBLICIDADE: Através da compra de espaços de banners no blog.
2. PROMOÇÕES (sorteios e cupons de desconto): Alguns blogs aceitam esse tipo de parceria para oferecer mimos aos seus leitores.
3. PUBLIEDITORIAL: É uma postagem patrocinada com a finalidade de divulgar um produto, serviço ou marca, estimulando os leitores a conhecerem o que é exposto. Os blogueiros adeptos a essa prática normalmente sinalizam que se trata de um conteúdo patrocinado.

COMO ENFRENTAR ESSE DESAFIO?
O Sebrae recomenda que você, entre outras coisas, conheça mais sobre:

  • A Associação Brasileira de Blogs de Viagem (ABBV).
  • Confira a listagem feita pelo site Melhores Destinos com 40 blogs sobre viagens e turismo que você precisa conhecer.
  • Conheça a Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem (RBBV), comunidade com mais de 650 blogueiros que publicam conteúdos de diferentes assuntos ligados a turismo e viagens.

Eu recomendo que se você tiver uma agência ou trabalha no ramo de hotelaria, que pense e procure ajuda para criar novas estratégias de marketing, com URGÊNCIA! Antes que o seu “gato suba no telhado”!

Ana Cristina Trevelin, consultora e diretora da Bionúcleo Gestão e Desenvolvimento – www.bionucleo.com.br

Experiências no Turismo

Falar de turismo de experiência hoje em dia já nem é mais tão inovador assim, como já foi há alguns anos atrás, mas por outro lado, apesar do conceito já estar bastante disseminado nos ambientes virtuais (encontrei mais de 4 milhões de páginas em português com informações a respeito) ainda há muito que se apreender para implementar as práticas no mercado de turismo brasileiro.

Encontrei uma antiga reportagem na Folha, de abril de 2015, falando sobre o crescimento do turismo de experiência e o sucesso dos roteiros que oferecem oportunidades de interação com as pessoas e a cultura das localidades visitadas. A reportagem fala de experiências como mochilar na Transiberiana, que é a maior linha férrea do planeta com 9.500 kilometros de extensão ou então hospedar-se em típicas hospedarias japonesas que remetem aos costumes do Japão antigo cheio de samurais e gueixas. O que me chamou a atenção neste último pacote é a possibilidade de que o turista seja atendido por funcionários japoneses que não falam inglês, ou seja, a falta de comunicação com a equipe da hospedaria é uma experiência valorizada. Estou pensando até agora no que podíamos fazer, a partir desse posicionamento de marketing, nas pousadas pantaneiras, por exemplo.

Ainda citando a reportagem da Folha, um gerente de agência de viagens afirmou que o ponto de partida para os roteiros comercializados é a pergunta “do que você gosta?” e não “onde você deseja ir?”. A matéria apontou também que os roteiros agora são divididos por temática de experiência e não pelo nome dos lugares. Gosto disso, sabia?! Mostra a profissionalização das agências de viagens ao se concentrar no cliente e não mais no produto, assim, a partir do que o cliente deseja, cria-se uma cartela de produtos e serviços. É como uma agência de viagens que anunciou a algumas semanas o serviço de um “mordomo na praia para fazer castelos de areia com as crianças”. Muita gente criticou a iniciativa na internet mas, sinceramente, achei a sacada genial. A agência oferece um entretenimento de qualidade com um artista que pode ensinar as crianças a fazer esculturas na areia e provocar uma nova experiência em família, na medida em que todos podem divertir-se juntos e aprender algo novo. E não se trata aqui só de falar da geração da mexerica descascada… tem mais coisa envolvida.

Foto: Kalma.com.br

Foto: Kalma.com.br

A experiência não está ligada ao preço mas, está diretamente ligada ao valor emocional que pode gerar para o cliente. É preciso criar uma conexão emocional entre a atividade realizada e o visitante. Para conseguir esse efeito é preciso ter muito foco no cliente e seriedade na busca por conexões reais e significativas, porque há um risco muito grande de se criar uma “experiência” que não passa de mais do mesmo. Não basta trocar o nome da visita a cachoeira para “experiência das águas mágicas”… Consegui explicar?!?

Tenho que dizer que também tenho uma certa resistência com esses momentos com as comunidades locais que frequentemente são oferecidos em roteiros de experiência. Às vezes, quando não é bem planejado e executado, corre-se um grande risco de se apresentar um teatro sem graça e falso. Até porque esse cliente que busca uma experiência turística é alguém com mais criticidade e experiência de consumo, se me permitem a repetitividade. Em suma, esse consumidor tem condições de comparar seu produto ou serviço de experiência com muitas outras vivências que ele já teve, o que o coloca em uma posição privilegiada de crítico. Nesse contexto sou curiosa para saber se há demanda para aquele hotel de luxo, na África do Sul, que oferece uma hospedagem diferenciada onde se pode experimentar a sensação de viver em uma favela daquele país, no Emoya Luxury Hotel and Spa. Será? Você iria?

Sou absolutamente encantada com inovações no turismo, sempre leio sobre o assunto e, quando possível, consumo também. Acredito que viajar a novos lugares nos proporcione uma oportunidade maravilhosa de redespertar de nossas zonas de conforto cotidiano… por isso talvez me interesse tanto por essa oferta de turismo de experiência. Hoje por exemplo eu vi uma reportagem na Globo News sobre um roteiro de turismo na Polônia, onde os visitantes podem entender melhor a vida naquele país durante o comunismo. Fiquei pensando que no capitalismo até o comunismo é vendido como um produto… Bizarro.

Mas fechando essa conversa quero dizer que minha lista de desejos de viagem é infindável e até hoje a vivência que mais me marcou foi a visita ao Ukutula Lion Park quando me senti criança e absurdamente feliz ao poder brincar com os leõezinhos. Foi emocionante e até hoje é, quando vejo as fotos!

Foto: PublicDomainPictures

E você?! Quais as experiências de viagem que te marcaram? Quais experiências o seu estabelecimento proporciona aos hóspedes?

Ana Cristina Trevelin, consultora e diretora da Bionúcleo Gestão e Desenvolvimento – www.bionucleo.com.br

As Mídias Sociais e o Marketing no Turismo

Pensei hoje nessa temática de post, depois de ter uma reunião com uma cliente que é proprietária de um delicioso e aconchegante restaurante, aqui em Bonito!… e espero que este conteúdo ajude empresários como ela, a perceberem a importância de se comunicar corretamente no terceiro milênio!

Imagino que você já tenha percebido que a comunicação mudou muito nos últimos 10 anos e que a perspectiva é de que continue a mudar com uma velocidade absurda pelos próximos anos. Então se você é como eu da geração que aprendeu datilografia, vou te dar uma dica: CONECTE-SE! Mas conecte-se com vontade: faça cursos sobre comunicação e mídias digitais, assista vídeos sobre o assunto, participe de comunidades que discutem as mídias no novo marketing, crie perfis e interaja nas plataformas de WhatsApp, Snapchat, Instagran, Telegram, Periscope e o já tradicional Facebook. A sobrevivência do seu negócio no turismo pode depender isso, sabia?!?

Arte: Geralt

Arte: Geralt

Estudar estas novas formas de comunicação é o começo para entender como vender melhor seus produtos e serviços para esse novo público conectado e cheio de desejos e expectativas novas! E o melhor de tudo é que existem ferramentas incríveis hoje para acompanhamento de resultados de suas postagens e investimentos em mídias que permitem avaliar continuamente o êxito (ou não) dos passos dados em busca dos clientes. Convenhamos que é muito melhor do que ficar distribuindo panfletos em sinais de trânsito… ou deixando seus panfletos em balcões empoeirados.

Não importa se o seu negócio é online ou off-line! A internet é o melhor e mais eficaz meio de comunicação com o seu cliente! Ela permite que você e sua empresa estejam mais próximos do público-alvo, conhecendo e interagindo a partir das necessidades e desejos dele – o que o permitirá mais do que entender o que ele precisa, mas qual a importância e o real significado que isso tem para ele.

No Turismo estes novos canais de comunicação oferecem uma oportunidade ainda muito maior de reverter ações orquestradas de divulgação, em vendas de qualidade e aumento de faturamento, sem depender tão diretamente da indicação de guias, motoristas ou agências de turismo. Penso que o uso destes recursos pode ser a libertação de muitas empresas que se veem oprimidas em função do grande número de comissionamentos que são obrigadas a oferecer para diferentes “parceiros comerciais”.

As empresas do segmento de turismo no Brasil estão bastante habituadas a usar e considerar os resultados das avaliações no TripAdvisor como um importante termômetro sobre seus serviços e produtos. Alguns empresários olham os comentários e notas diariamente, não apenas de sua empresa, mas de seus concorrentes, e a partir daí tomam decisões sobre formas de pagamento, realinhamento de atendimento, qualidade dos alimentos servidos e demais serviços prestados. Mas chamo a atenção de que esta postura é reativa!

Arte: Alexas

Ou  seja, apesar de se estar em ação e ouvir o cliente, por outro lado não há um canal ativo e proativo de comunicação, onde a empresa divulgue, por exemplo, no caso de um restaurante, seus pratos, as harmonizações adequadas com vinhos ou cervejas artesanais, o cuidado com a decoração e os detalhes, ou ainda que valorize a equipe e a expertise dos Cheffs (sejam eles profissionais lapidados no cotidiano das cozinhas ou formados em escolas renomadas). Divulgar e comemorar pequenos resultados do dia-a-dia com seus clientes e seguidores nas redes sociais, ajuda a humanizar e aproximar sua marca da vida real. Ou ainda ajuda a criar uma atmosfera de sonho e experiência única, onde seus seguidores desejem estar para conseguir vivenciar da mesma fonte de encantamento!

Perceba que ninguém quer comprar um prato de comida ou um quarto com ducha. As pessoas procuram um sabor delicioso e inesquecível que marque sua viagem, que venha tão bem apresentado que mereça ser fotografado e compartilhado no Instagran. Desejam uma noite de sono restaurador, que permita acordar renovado no dia seguinte para tomar um café da manhã que encha os olhos e que compense acordar antes das 8h nas férias! Se a preocupação dos clientes enquanto turistas fosse um prato de comida, as cantinas que vendem PF (prato feito) estariam ricas!

Escute, você pode estar pensando agora, que boa parte dos clientes busca preço… e eu te digo que não estamos falando sobre isso! Você pode até vender pastéis ou espetinhos, não importa, mas a apresentação, o cuidado, a limpeza e a comunicação com o cliente deve seguir os mesmos passos que um restaurante requintado! Isso porque estou falando de posicionamento mercadológico e relacionamento com o cliente! O que em cidades turísticas é fundamental!!

Peço que você reflita um pouco sobre como as pessoas ficam sabendo que sua empresa existe e que tipo de relacionamento você tem com seus potenciais clientes! Você coloca anúncios em portais, faz parcerias com agências online, paga comissionamento para guias, motoristas e agências? Legal… Mas e com o cliente? Como você fala com ele? Você depende que outras pessoas vendam você? Será que essa estratégia está adequada?

Espero ter jogado suficientes sementes de dúvidas e que isso provoque sua saída da zona de conforto!

Seu hotel é um Ginásio ou Poke Stop? Não sabe o que é isso? Hummm…. Acho que precisamos conversar mais….rsr

Deixe aqui seus comentários! Será um prazer conversar contigo!

Ana Cristina Trevelin, consultora e diretora da Bionúcleo Gestão e Desenvolvimento – www.bionucleo.com.br

Concorrência Ilegal e Desleal nos Meios de Hospedagem

Não sei se todos vocês enfrentam de alguma forma o problema da concorrência ilegal e desleal no nicho de hospedagem em que atuam, mas infelizmente no Brasil existe muito disso nas mais diversas atividades empresariais.
Cabendo dizer que não se trata aqui de se ponderar sobre a diversificação dos serviços de hospedagem – ao contrário. Um destino turístico precisa apresentar oferta de serviços para os diferentes consumidores que procuram desde um camping urbano, cama e café até lodges, resorts com seus conceitos de luxo e lazer. A questão está no fato da locação de quartos e casas, além de pequenas pousadas que atuam de forma ilegal oferecendo riscos aos hóspedes e atuando como uma concorrência desleal junto a categoria de pequenos hotéis e pousadas.
Vou usar aqui como exemplo o segmento de bares e restaurantes que também enfrenta todo tipo de vendedores ambulantes e até mesmo aqueles carrinhos de cachorro-quente que chegam a ter um ponto fixo nas ruas das cidades, mas são totalmente ilegais(!). Obviamente preciso dizer que essas comidinhas de rua oferecem boas opções de alimentação e hoje com a chegada dos food trucks e suas praças de atuação, eles oferecem inovação na apresentação dos alimentos, receitas diferenciadas com produtos mais refinados e puxando uma tendência para o gourmet!

Nesse novo cenário o que antes era um problema apenas dos restaurantes populares que perdiam clientes para os pasteis, coxinhas e sanduíches de rua, agora é um problema para restaurantes de comida japonesa, pizzarias e lanchonetes. Afinal temos que concordar que um pastel gourmet de R$28,00 não tem preço popular!
Essa movimentação na área da alimentação mostra novas tendências de consumo que procuram um atendimento diferenciado, personalizado, com ingredientes de qualidade e sabor – tudo em um ambiente descolado, dinâmico e interativo, como as ruas e praças, por exemplo. E eu me pergunto o que esses clientes buscam quando viajam a lazer? Que tipo de serviço eles esperam encontrar? Quem são esses novos consumidores?
Essas reflexões são importantes porque ajudarão você a pensar em seu meio de hospedagem e em que tipo de inovação pode ser feita para atrair e fidelizar novos clientes. Mais do que fidelizar, como podemos oferecer uma experiência inesquecível de hospedagem, que faça com que aquele representante comercial, que vem a cidade todos os meses, fique sempre com você e recomende seu hotel?
Você conhece a expressão “um olho no peixe e outro no gato!”?! Então, se eu fosse listar aqui todos os fatores que precisam ser cuidados faltariam inúmeros olhos para você, mas lembre-se de que pelo menos um olho precisa estar focado no cliente e outro na sua equipe. Quanto a concorrência nós podemos cuidar com a visão periférica…  Afinal o que eles estão fazendo para manter a taxa de ocupação alta? O que atrapalha você é um concorrente legal ou ilegal!?

E você, faz o quê?

  1. A concorrência é ilegal? Procure a Prefeitura Municipal de sua cidade, através da Secretaria de Turismo e faça uma denúncia escrita do que vem ocorrendo e peça ação de fiscalização urgente. O que também pode ser feito junto aos órgãos estaduais de fiscalização. Caso o Município e o Estado não se manifestem o caminho é uma denúncia no Ministério Público Estadual, através do contato com a Promotoria de sua cidade.

Em todos os casos o ideal é que você se apresente através de sua associação, afinal a denúncia terá muito mais peso se for movida pela Associação de Meios de Hospedagem, pelo Convention Bureau ou até mesmo pelo Conselho Municipal de Turismo. Lembre-se de que a reclamação de um grupo que gera empregos, paga impostos e promove o desenvolvimento de uma localidade tem muito mais força do que um empresário sozinho. Inclusive o Ministério Público Estadual só aceitará uma denúncia se feita através da coletividade. Procure pelo site do MP em seu Estado, que no caso do Mato Grosso do Sul é www.mpms.mp.br!

  1. A concorrência é legal? Bom, aí a coisa fica mais difícil! Você terá que trabalhar duro! A primeira coisa é dar uma olhada nos serviços, valores, canais de distribuição e comunicação que seu concorrente está usando. E, em especial entender quais os diferenciais dessa concorrência que está levando seus clientes ou fazendo com que seus potenciais clientes optem por ser servidos por outra empresa, que não a sua!

Quero lembrar aqui que mais do investimento em infraestrutura é necessário investimento constante nas pessoas que trabalham com você! Quando você me diz que o diferencial de sua empresa é o atendimento, o que está me dizendo é que as pessoas que atuam na sua empresa são fantásticas no quesito bem receber! Certo?! Atendimento é relacionamento pessoal – logo, você está me dizendo que nesse quesito vocês são incríveis! E aí, isso é fato??
Um concorrente que tem bons resultados tem uma função muito positiva nesse processo, que é provocar todos a saírem da zona de conforto e subir a régua de qualidade do destino turístico.
De início, com a chegada de um concorrente que impacta nos negócios, todos ficam muito nervosos, desanimados e perdidos com a nova situação, mas aos poucos é preciso questionar a si mesmo sobre a qualidade de nossos produtos e serviços, avaliando os pontos fracos e, principalmente, admitindo que a opinião mais importante sobre o nosso negócio vem do cliente. Ou seja, a sua opinião sobre o seu hotel não faz muita diferença… o que importa é o que o seu cliente (ou ex-cliente) pensa sobre ele.

Por fim te digo que estamos chegando ao final de 2015 é hora é fazer um balanço sobre os resultados deste ano e as metas de 2016! Acredito que seja um momento excelente para avaliar você mesmo, sua empresa, a concorrência e todo o mercado!

Ana Cristina Trevelin, consultora e diretora da Bionúcleo Gestão e Desenvolvimento – www.bionucleo.com.br

Pegue Agora Mesmo Uma Vassoura e Vá Varrer Seu Hotel

Todos estão noticiando sobre a crise no mercado brasileiro e as previsões estão cada vez mais sombrias. Uma rápida leitura nas manchetes dos principais jornais impressos e virtuais são suficientes para nos deixar deprimidos e pensando em ir embora, nem que for para lavar pratos no Canadá. E eu posso falar disso porque frequentemente fico chateada com as notícias e as perspectivas que se apresentam, MAS, ao mesmo tempo eu me lembro que devo FOCAR NAS OPORTUNIDADES e não no buraco negro da crise.

Por outro lado, sei que é difícil não ser contaminado pela cartase que se forma em torno do desespero sobre a falta de perspectivas e, que como em círculo vicioso vai gerando energia negativa que, além de impedir a visão de uma luz no final do túnel, nos projeta para novos pontos negativos que ainda nem havíamos percebido.

Então fazendo um movimento contrário quero convidá-los a pensar em inovação. Sabe por que? Porque eu acredito que nesses momentos difíceis é que temos a oportunidade (obrigação?) de nos reinventarmos. É como a parábola da vaquinha! Alguém empurrou você para fora da zona de conforto! Vamos aproveitar isso! E, não. Não tente voltar para aquele lugar porque ele não existe mais!

Foto: Ramdlon pixabay.com

Quero te convidar a voltar seu olhar para sua própria empresa!

Qual foi a última vez que você olhou para o seu negócio a partir do outro lado da rua? Ou quando foi a última vez que você se colocou no lugar do cliente? Você compraria da sua própria empresa, se ela não fosse sua? Por quê? Ela é atraente? Os produtos e serviços estão bem expostos? A equipe oferece um bom atendimento? O ambiente é limpo, claro, arejado? Seus clientes escolhem a sua empresa pelo preço, pela sua capacidade de vendas, pelo resultado que oferece ou pela falta de opção? Como seu cliente encontra sua empresa?

Eu poderia listar aqui dezenas de perguntas para te ajudar a refletir sobre sua empresa, mas se você responder apenas estas que coloquei, com certeza já terá dado um passo importante.

Vou dizer uma coisa para você: as vezes nós ficamos tão acostumados com nossa empresa que perdemos a noção dos detalhes e nos acomodamos diante dos afazeres do cotidiano. Vou usar como exemplo o ramo da gastronomia, com seus restaurantes! Assim, se tivéssemos um restaurante, estaríamos após anos de funcionamento com a mesma fachada – que hoje já está suja, com as cores apagadas com tons de cinza, os mesmos cardápios ensebados e velhos, teias de aranha no teto, banheiros e pisos encardidos. Sem falar das toalhas de mesa e jogos americanos manchados e desbotados.

Lembro-me de um episódio em que uma consultora disse a um proprietário de restaurante que era preciso inovar e reposicionar-se no mercado, ele então respondeu que não tinha dinheiro para absolutamente nada. Ela respondeu direta: “Mas vocês não têm dinheiro para comprar uma vassoura?”. Foi como um tapa na cara! Então ela começou a pontuar como o restaurante dava a impressão de estar abandonado… a falta de cuidados com a limpeza e a harmonização do ambiente tinham um impacto muito negativo. O papel higiênico e a toalha de papel de baixa qualidade, a falta de sabonete líquido no recipiente, os espelhos manchados e trincados, torneiras pingando e o fato do banheiro ser usado como depósito, piorava ainda mais.

E, conforme ela foi comentando sua percepção o proprietário foi conseguindo ver as mesmas coisas erradas… Situações erradas que ele perceberia em qualquer outro restaurante, que não fosse o seu! Ele apenas tinha parado de olhar para estes aspectos em seu próprio restaurante há muito tempo atrás. Estava amortecido pelos outros afazeres do negócio como, por exemplo, contas a pagar e a receber (fiados), aumento do preço dos alimentos, problemas com a troca constante ou a ausência de funcionários. Preço praticado pela concorrência e o próprio aumento da concorrência. Clientes mais chatos que queriam sempre mais por menos… (Chatos??)

Foto: Pezibear pixabay.com

Lembra do tal do círculo vicioso? É aqui que ele entra: o empresário está tão desesperado olhando para os problemas que isso causa novos problemas, ainda maiores, como o desleixo com o que deveria e poderia estar perfeito (como a limpeza, por exemplo). Um dos resultados disso?! Bom, o estimulo ao aumento da concorrência é um deles! Afinal a empresa está tão fraca, afundando em seus problemas, que as pessoas que olham de fora percebem uma enorme oportunidade para empreender.

E olha que eu nem mencionei a qualidade da comida no restaurante… Afinal, será que perdido no meio desse funil de desespero, a comida ainda tem a mesma qualidade com que se sonhou ter lá no início da atividade empresarial ou que se pensa ter hoje?

E aí eu te pergunto: Será que você não está passando pelo mesmo momento que meu amigo empresário? Será que você está realmente olhando e vivenciando seu negócio?

Vamos pegar umas vassouras, mesmo aquelas velhas que você já tem, e fazer uma faxina?! Precisamos sair dessa zona desconfortável que se tornou “confortável”!

Ana Cristina Trevelin, consultora e diretora da Bionúcleo Gestão e Desenvolvimento – www.bionucleo.com.br

Quais São os Gargalos Gerenciais do Seu Hotel?

Este é o primeiro de muitos artigos aqui no Blog da Kalma assinado pela Ana Cristina Trevelin diretora na Bionúcleo Gestão e Desenvolvimento empresa de consultoria especializada em gestão empresarial no segmento de turismo e desenvolvimento humano, situada em Bonito/MS.
A ideia desta parceria é trazer temas escritos por uma especialista e que sejam interessantes para os empreendedores do segmento de meios de hospedagem, para isso os convidamos a opinar, discutir e sugerir novas abordagens. Será um prazer gerar conteúdo que lhe interesse verdadeiramente. Boa leitura:

Essa semana nós da Bionúcleo realizamos um café, com a metodologia do World Café, aqui em Bonito com os meios de hospedagem com o objetivo de identificar as demandas mais fortes na área de gestão. Foi uma encomenda do SEBRAE-MS e os resultados foram muito bons, mas fiquei pensando sobre os diferentes níveis de maturidade na gestão hoteleira e o que isso implica quando se fala em gargalos gerenciais.

Os problemas mais básicos na gestão dos meios de hospedagem são o desconhecimento dos custos de café da manhã, de lavanderia, de limpeza, de frigobar e até mesmo de captação de clientes. Desconhecer estas informações impede que se faça um cálculo real do valor da hospedagem e se tenha indicadores de desempenho de cada um dos setores que permitam verificar os percentuais da relação entre o faturamento e a lucratividade. Ou seja, de 10 mil reais de faturamento, qual o percentual de lucro real? E essa informação permitirá definir investimentos em revitalização, expansão, inovação e até promoção de equipe.

A taxa de ocupação é o indicador mais simples e por isso mesmo mais utilizado na hotelaria mas ele não pode ser o único a ser observado. Afinal, se o preço estiver mal elaborado em tarifas para grupos e operadoras, por exemplo, e estas forem as principais formas de vendas, pode ser que a empresa esteja só desgastando seu equipamento e equipe. E aí nesse momento percebemos outro gargalo na gestão que é a captação de clientes! Como você faz isso no seu hotel?

Foto: Ben_Kerckx pixabay.com

Foto: Ben_Kerckx pixabay.com

Tenho ouvido empresários dizerem que vinculam a maior parte de suas vagas para as agências online, como a Ebooking, TripAdvisor e Trivago por exemplo, e ficam com 30 a 40% das vagas para serem comercializadas no balcão. E aí fico pensando no quão estratégico é isso quando a empresa não tem diferenciais competitivos bem marcados e definidos…. Explico: uma cama king size confortável, uma ducha gostosa e lençóis macios são obrigação do meio de hospedagem! Não é diferencial, a não ser que estejamos falando de um hostel, aí nesse caso, se ele oferecer camas grandes, diferentes dos habituais beliches, aí sim teremos um diferencial! Expliquei direito?

Vou explicar mais! Hotéis e pousadas também precisam definir seu público-alvo para então definir quais serviços agregar, que tipo de comunicação utilizar e em que canal anunciar, além de permitir decidir que tipo de pessoas devem ser contratadas e como devem ser treinadas, por exemplo. O meio de hospedagem que diz que atende a todos, não atende ninguém, especialmente em ambientes competitivos como em destinos turísticos já consolidados como é o caso de Bonito/MS, Paraty/RJ, Montes/MG ou Gramado/RS. É preciso definir um público-alvo para então decidir que estratégias serão utilizadas para se aproximar e fidelizar esse cliente.

Foto: TesaPhotography pixabay.com

Quando não há esse tipo de posicionamento claro o meio de hospedagem fica em desvantagem na prateleira de agências e operadoras, passando a ser comprado e não vendido! Ou seja, ele é apenas escolhido em momentos de alta temporada, quando os mais competitivos já estão lotados, ou o que é pior é escolhido pela operadora porque ela espreme o comissionamento o máximo possível. E neste último caso, o empresário está na mão da operadora e não em uma posição de parceria.

Esse não olhar para o aspecto mercadológico deixa o empresário completamente refém de disputas e comparações de preço e não de valor agregado para o cliente.

Outro gargalo muito forte na hotelaria é a captação, formação e retenção de equipe. Ouço muito as pessoas dizerem que não há pessoas capacitadas, mas sinceramente penso que o empreendedor deve encarar isso como “ossos do ofício” e resolver. Parar de reclamar é um começo excelente! Afinal a situação está posta, é esta, ponto. Deve-se considerar o investimento constante em treinar pessoas e mais do que isso, deve-se pensar em como selecionar as pessoas certas através de ferramentas profissionais de entrevista e seleção, bem como identificar as melhores ferramentas para reter estas pessoas na equipe. Quais os incentivos, benefícios e políticas devem ser assumidas para se manter um ambiente organizacional sadio e estimulante?

Lembre-se também que as novas gerações não querem mais ficar muito tempo no mesmo emprego, então, talvez a média de tempo que um bom funcionário ficará em sua equipe será de 2 a 4 anos. E não mais 10 ou 15…. Encarar esse fator como realidade é um bom começo. E é menos frustrante.

O treinamento e o gerenciamento de pessoas deve ser constante e falar disso me lembra de um hoteleiro que uma vez me disse que estava muito cansado de ter que repetir todos os dias as mesmas coisas para as camareiras. Eu disse para ele que o trabalho delas era limpar todos os dias os apartamentos (com todo o esforço físico que isso significa) e o trabalho dele era conferir todos os dias o trabalho delas. É isso! Bem-vindo ao jogo. Aquela ideia que alguns tem sobre descansar e comprar uma pousada, te digo que é a ideia mais furada do mundo! Tem muito trabalho meu amigo.

Você já parou para pensar nas suas dificuldades de gestão? Eu só falei algumas aqui… Em que momento sua empresa está? Sua maturidade gerencial pode ser percebida pelos diferentes gargalos que o incomodam….

Ana Cristina Trevelin – Diretora na Bionúcleo Gestão e Desenvolvimento

Lucre Com a Venda das Rede Kalma

Muitos dos hóspedes ao deitar na rede Decor Kalma a primeira coisa que dizem é: Nossa onde eu compro uma destas?embalagem
Para que o seu estabelecimento satisfaça o hóspede e o faça voltar para casa com uma lembrança de momentos especiais, a Kalma esta proporcionando que seu hotel ou pousada tenha a disposição e ofereça aos hóspedes a rede Decor Kalma.
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Sites Ajudam a Encontrar Pousada e Hotéis

Uma pesquisa do Google revelou que 89% dos entrevistados Hotel utilizaram pelo menos uma fonte de informação on-line para procurar um hotel/pousada antes de viajar.
Por isso abaixo segue uma seleção de sites que auxiliam na busca de hospedagem:

TripAdvisor

Booking

Tablet

Expedia

Decolar

Seu estabelecimento está lá? Seus concorrentes estão lá? Dê uma espiada na avaliação dos hóspedes dos seus concorrentes para saber qual são os defeitos deles e as oportunidades que seu estabelecimento pode aproveitar.

Dicas Para Motivar Sua Equipe

Por Diego Berro

O que mais observo nas empresas onde desenvolvo algum trabalho por todo Brasil, é que a maior motivação é a que menos se precisa investir. Não é a motivação em dinheiro e sim a motivação que surge pelo relacionamento interpessoal.

O Colaborador tem uma necessidade de ser valorizado. Trabalhar em um ambiente propício a um crescimento pessoal e profissional é a maior motivação. Muitas vezes isso se concretiza quando os gerentes e os diretores passam a ouvir um pouco mais os funcionários.Equipe

Se preocupar com o ser humano! A empresa onde eu vi os funcionários mais motivados, em toda minha vida, foi exatamente a empresa que se preocupava com eles, investindo maciçamente, por exemplo, em qualidade de vida.

O empresário deve entender antes de tudo, que acima de qualquer outra coisa, lidamos com seres humanos, pessoas que têm família, necessidades, problemas emocionais e por isso é preciso entendê-los e não tratá-los simplesmente como simples robôs, como vejo acontecer em muitas empresas.

Certa vez, um empresário me disse que nunca fez nada pelos funcionários, porque os 85 funcionários que tinha serviam somente para carregar caixas. Então perguntei a ele se ele achava que a qualidade de vida de seus funcionários era importante para ele e para a empresa. Ele disse que não e ainda frisou: “Nem um pouco!” Isso acontece nas empresas com muito mais frequência do que se imagina.

Para que você possa motivar um vendedor, em primeiro lugar você tem que ser flexível. Não existe uma forma milagrosa que serve para todos, até porque cada ser humano é um, com suas características e individualidades. Por isso, a flexibilidade de entender o que motiva cada um do grupo é fundamental para se conseguir resultados extraordinários no coletivo.

Essa é a forma mais eficaz de se motivar uma equipe de vendas ou de qualquer outra função a um menor investimento possível. Para colocar em prática, precisa apenas ser humanista, ter bom senso, disposição e boa vontade.

Eu enumerei abaixo (não está necessariamente em ordem de importância) 10 atitudes excelentes para Continue reading →